PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOPATOLOGIA DO ADULTO AO IDOSO [E-LEARNING]

DESTINATÁRIOS

Pós-Graduação em Psicopatologia do Adulto ao Idoso destina-se a estudantes universitários finalistas, ou a frequentar o mestrado integrado, bem como a profissionais na área da psicologia, médicos, enfermeiros, técnicos de serviço social, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psicopedagogos e outros profissionais de saúde envolvidos na prestação de cuidados de saúde mental.


PORQUÊ ESCOLHER ESTA FORMAÇÃO?

Os estudos epidemiológicos mais recentes demonstram que os problemas de saúde mental se tornaram a principal causa de incapacidade e uma das principais causas de morbilidade nas sociedades atuais. As perturbações mentais estão a aumentar na Europa. Em Portugal 23% da população sofre de uma patologia mental, ou seja, esta problemática afeta mais de um quinto da população portuguesa, sendo o primeiro país europeu no respeitante às perturbações ansiosas e o segundo com a maior taxa de prevalência de depressão.
O crescimento dos problemas de saúde mental traduz-se no aumento da utilização de recursos de saúde e consumo de medicamentos. Neste sentido a Joint Action on Mental Health and Well-being recomenda investir em novos programas de formação e orientação no desenvolvimento de estratégias eficazes na resolução dos problemas de saúde mental. Existem evidências sobre a efetividade da intervenção psicológica e psicossocial na resolução dos problemas de saúde mental. Os estudos desenvolvidos apontam para a efetividade e potencial da intervenção psicológica e psicossocial, na melhoria do estado de saúde do cidadão, permitindo uma redução do recurso aos serviços de saúde, do consumo de medicamentos, uma maior adesão à terapêutica e facilitação da mudança de comportamentos.


OBJETIVOS GERAIS

Esta formação visa formar os alunos de forma a melhorar o reconhecimento e a gestão das perturbações mentais, a adquirir metodologias que permitam desenvolver competências psicológicas, instrumentais e sociais necessárias à autonomia e qualidade de vida, numa atitude global de capacitação, autodeterminação e recuperação do cidadão, ou seja, contribuir para a promoção da sua saúde mental.

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