Turismo sénior deve ser mais apoiado

E se o turismo contribuir, em grande medida, para a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde? 

Os investigadores Ricardo Pocinho e José Rodrigues procuraram, através da investigação, perceber qual a sua caracterização no território português do Turismo Sénior e qual o impacto que estas atividades têm na vida das pessoas idosas ao nível dos aspetos biopsicossociais e colocaram as hipóteses específicas que se seguem:

Serão os turistas seniores detentores de uma perceção positiva relativamente à sua qualidade de vida?
Os turistas seniores consideram-se felizes?
A prática de atividades relacionadas com o turismo sénior tem um impacto protetor nos sintomas de depressão e da ansiedade?
Os turistas seniores sentem uma menor solidão?
Existirão diferenças geográficas no que diz respeito aos impactos biopsicossociais?

O estudo Turismo Sénior, caracterização geográfica e impactos biopsicossociais, baseado num inquérito feito em Portugal continental e ilhas a 658 pessoas, 342 do género masculino e 316 do género feminino, com idades entre os 65 e 85 anos, “mostra que os idosos que costumam viajar têm uma percepção positiva em relação ao seu bem-estar. E apresentam menos sintomas de solidão do que a restante população idosa.”

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