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DESTAQUE: PRÉ-REFORMAS DECIDIDAS CASO A CASO

PERGUNTA 1: SÃO AS COMPETÊNCIAS QUE ESTÃO CAUSA?

O ministro do Trabalho, Vieira da Silva, informou que o Governo não tem intenção de generalizar o mecanismo da pré-reforma no Estado, utilizando como justificação o facto de o país precisar das competências adquiridas pelos trabalhadores com mais experiência…

PERGUNTA 2: SÃO AS QUESTÕES ECONÓMICO-FINANCEIRAS QUE ESTÃO EM CAUSA?

Já o ministro das Finanças, Mário Centeno,  entende que a pré-reforma na função pública (que entrou em vigor no mês passado) implica uma avaliação caso a caso e lembra que o país não pode dar-se ao luxo de deixar sair as pessoas do mercado de trabalho.

E vai mais longe:

” Portugal não está numa posição económica, financeira e social que se possa dar ao luxo de ter as pessoas a sair do mercado de trabalho”.

PERGUNTA 3: NÃO TEMOS DINHEIRO OU NÃO PODEMOS PERDER AS COMPETÊNCIAS?

 

NOTA:

O diploma que permite que os funcionários públicos, com pelo menos 55 anos, possam pedir a pré-reforma, deixando de trabalhar e passando a receber entre 25% e 100% da remuneração base, caso o dirigente e o Governo aceitem, entrou em vigor a 6 de Fevereiro.

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