Artigo

TERESA MAGALHÃES, 73 ANOS, NO MUSEU NACIONAL GRÃO VASCO

A artista plástica Teresa Magalhães iniciou o seu fantástico e logo percurso artístico em 1965. Um bom exemplo de envelhecimento ativo e criativo.

A artista expõe, no Museu Nacional Grão Vasco – Viseu –  12 quadros, de técnicas diversas onde o diálogo entre o mundo físico, a cor e a fotografia se destaca.

A exposição pode ser visitada de 24 de fevereiro a 24 de abril de 2018.

 

 

“(…)São obras que revelam, de forma colorida, os muitos contrastes dos mundos da natureza, permitindo que o espetador, através do mundo cromático desperte para os diálogos que que se estabelecem entre esses universos e os seus protagonistas. A Natureza é arte no seu estado mais puro. E, é desconstruindo a beleza desses elementos da natureza em que Teresa Magalhães se inspira, que a pintora acaba por criar um diálogo sublime com os restantes corpos da tela. Esta exposição constitui, sem equívocos, uma homenagem à Natureza e a todos os seus corpos. (…)    (Paula Cardoso, Diretora do Museu Nacional Grão Vasco)

 

Maria Teresa Marques Magalhães (Lisboa1944) é uma pintora portuguesa.

Completou o curso Complementar de Pintura da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa em 1970. Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian de 1976 a 1979, e fez parte do grupo “5 + 1” conjuntamente com o escultor Virgílio Domingues e os pintores João Hogan, Júlio Pereira, Guilherme Parente, e Sérgio Pombo, com o qual esteve casada. Em 1990foi Comissária da Exposição “Pintoras Portuguesas do Séc.XX”, no Leal Senado de Macau e, no ano de 1996, foi artista convidada pelo Metropolitano de Lisboa para realizar dois painéis de azulejos na estação de Martin Place do City Rail de Sydney, na Austrália. Expõe com regularidade desde 1974 em Portugal e no estrangeiro.

Em 2004 Teresa Marques foi agraciada pela Presidência da República com o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

Prémios

1977 – Prémio Malhoa, Lisboa.

1981 – Prémio Edição na “III Exposição Nacional de Gravura”, Fundação Calouste Gulbenkian.

1982 – Menção Honrosa, “Lagos 82”.

1984 – Prémio Aquisição “I Exposição do Banco de Fomento Nacional”, Lisboa.

1986 – Menção Honrosa “V Bienal de Vila Nova de Cerveira”.

1987 – Prémio da exposição na “IV Exposição Nacional de Gravura”, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian.

1988 – Prémio Aquisição “Exposição Bicentenário Ministério das Finanças”, Lisboa.

1994 – Prémio Aquisição “I Bienal de Arte AIP – Tendências dos anos 90”, Europarque, Santa Maria da Feira.

 

FONTE: https://pt.wikipedia.org

 

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