O Poder da Felicidade

Medir a felicidade é quase tão difícil como medir o universo. Mas é a busca permanente por este estado de alma que faz o homem transcender-se em muitas das suas realizações. Ser feliz é um conceito em mutação permanente.

Numa sociedade cada vez mais vergada ao poder da imagem, a felicidade acaba por estar intimamente ligada ao bem-estar e à projeção que fazemos de nós próprios. À ideia romântica da perfeição.

Serão o homem e a mulher de hoje realmente tão felizes quanto parecem ser nos anúncios comerciais, nos programas de televisão e nas redes sociais? Tendemos a relegar para um segundo plano a chamada felicidade espiritual, esteja ou não ela ligada à dimensão religiosa? Ser feliz é o mesmo que estar feliz?

Uma criança ainda consegue ser feliz com uma bola ou com um livro?

Estamos ou não cada vez mais dependentes da satisfação que nos é dada pelos objetos, pela materialização da felicidade?

Mais: de que forma é que a busca incessante por essa mesma felicidade não está a fazer transformar os contratos sociais, fazendo aumentar os divórcios e a intolerância entre casais?

E como se explica que o consumo de antidepressivos em Portugal continue a ser tão alto?

A felicidade no mundo do trabalho é outros dos aspetos importantes numa sociedade moderna. Trabalhadores mais felizes são mais produtivos e fazem as empresas ser mais rentáveis.

Ou, como diria Confúcio, “escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida”. O poder da felicidade é sobretudo o poder de mudarmos o mundo apenas com um sorriso. E essa capacidade está presente em tudo o que nos propomos fazer.

FONTE: JN

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